Cirurgia Robótica Próstata: preservando potência e continência em 3 etapas

O diagnóstico de câncer de próstata provoca, em muitos homens, um medo que vai além da própria doença: o medo de perder a ereção ou o controle urinário após o tratamento. A cirurgia robótica no câncer de próstata mudou esse cenário de forma significativa.

Como funciona a prostatectomia radical robótica?

A prostatectomia radical é a remoção cirúrgica completa da próstata, indicada principalmente para o câncer de próstata localizado. Na versão robótica, o cirurgião opera por pequenas incisões abdominais com visão 3D ampliada e instrumentos de alta precisão, identificando e preservando estruturas microscópicas fundamentais para a qualidade de vida do paciente.

Por que a preservação dos nervos importa tanto?

A próstata é circundada por dois feixes neurovasculares responsáveis pela ereção. Durante a cirurgia robótica para câncer de próstata, o cirurgião consegue:

  • Visualizar os nervos com ampliação de até 10x
  • Dissecar planos cirúrgicos com precisão milimétrica
  • Filtrar micro-tremores que, em cirurgia aberta, podem causar lesão inadvertida

O resultado é uma maior chance de preservação da função erétil, especialmente em pacientes mais jovens e com tumor localizado.

Continência urinária após a cirurgia robótica

A precisão robótica permite identificar e preservar o esfíncter uretral externo com maior acurácia. Em centros de excelência, mais de 90% dos pacientes recuperam a continência urinária total dentro de 12 meses da cirurgia robótica para câncer de próstata.

Cirurgia robótica vs. cirurgia aberta: o que os estudos mostram?

Critério Cirurgia Aberta Cirurgia Robótica
Perda de sangue 800–1500 mL 200–400 mL
Internação 4–7 dias 1–2 dias
Tempo de sonda Maior Menor
Recuperação funcional Mais lenta Mais rápida

Câncer de próstata tem cura

Quando diagnosticado em estágio localizado, o câncer de próstata tem cura em mais de 90% dos casos. A cirurgia robótica é uma das armas mais eficazes para isso. O Dr. Carlos Eduardo Santin realiza a avaliação completa e encaminhamento para cirurgia robótica quando indicado.

📱 WhatsApp: (47) 99220-2368

Referências

O Dr. Carlos Eduardo Santin segue os protocolos da Associação Europeia de Urologia (EAU) e da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

Cirurgia robótica próstata: o que os pacientes perguntam

Após a cirurgia robótica próstata, quando a ereção volta?
A recuperação da função erétil após a cirurgia robótica próstata varia. Em homens jovens (menos de 60 anos) com boa função erétil pré-operatória e cirurgia com preservação nervosa bilateral, cerca de 70–80% recuperam ereções satisfatórias em 12 a 24 meses. A reabilitação erétil precoce com medicamentos (inibidores de PDE5) ajuda a preservar a saúde dos nervos durante a recuperação.

A cirurgia robótica próstata cura o câncer definitivamente?
Quando o câncer de próstata está localizado (confinado à próstata) e é tratado com prostatectomia radical robótica, a cura é possível em mais de 90% dos casos. O PSA após a cirurgia deve cair a níveis indetectáveis. O acompanhamento com PSA a cada 3–6 meses nos primeiros 2 anos é essencial para confirmar a ausência de recidiva.

Quem não pode fazer cirurgia robótica próstata?
Pacientes com câncer de próstata metastático (disseminado para outros órgãos) não são candidatos à cirurgia robótica com intenção curativa. Condições clínicas graves (doença cardíaca severa, coagulopatias) também podem contraindicar o procedimento. A avaliação individualizada pelo urologista define a melhor opção.

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Cirurgia robótica próstata: planejamento é tudo

O sucesso da cirurgia robótica próstata começa muito antes da sala de cirurgia. A avaliação pré-operatória completa — estadiamento correto do tumor, análise da ressonância magnética, avaliação da função erétil basal e discussão das expectativas do paciente — define a abordagem cirúrgica e as possibilidades de preservação nervosa. Um planejamento rigoroso é o que diferencia excelentes resultados de resultados mediocres na cirurgia robótica próstata. O Dr. Carlos Eduardo Santin conduz esse processo com o nível de detalhe que cada caso exige.

Perguntas frequentes sobre a prostatectomia robótica

Qual é o tempo de recuperação após a prostatectomia radical?

A internação hospitalar costuma durar de 1 a 2 dias. O retorno às atividades cotidianas ocorre em média em 3 a 4 semanas. O retorno ao trabalho de escritório é possível em 2 semanas, enquanto atividades físicas mais intensas podem ser retomadas após 6 semanas de pós-operatório.

A continência urinária é recuperada após a prostatectomia?

Sim. A recuperação da continência urinária varia de paciente para paciente, mas a maioria dos homens recupera o controle urinário completo entre 3 e 12 meses após o procedimento. A fisioterapia pélvica especializada acelera significativamente esse processo de reabilitação.

Há risco de sangramento na prostatectomia minimamente invasiva?

O risco de sangramento é significativamente menor em comparação com a abordagem aberta. A instrumentação de alta precisão proporciona maior controle nos movimentos, reduzindo lesões vasculares e a necessidade de transfusões sanguíneas durante o procedimento.

Como agendar uma avaliação com o Dr. Carlos Eduardo Santin?

O Dr. Carlos Eduardo Santin atende em Mafra, Santa Catarina. Para agendar uma consulta urológica e discutir as opções de tratamento para o câncer de próstata, entre em contato com nosso consultório. O agendamento pode ser feito por telefone ou pelo formulário de contato disponível no site.

Conclusão

A prostatectomia radical minimamente invasiva representa um avanço significativo no tratamento do câncer de próstata localizado. A combinação de visão ampliada, instrumentação de alta precisão e recuperação mais rápida fazem desta técnica a escolha preferencial para pacientes elegíveis ao procedimento.

O Dr. Carlos Eduardo Santin, especialista em urologia oncológica, realiza o procedimento com toda a segurança e expertise necessárias para garantir os melhores resultados clínicos e preservar a qualidade de vida dos seus pacientes em Mafra e região. Agende sua consulta e saiba se você é candidato ao tratamento minimamente invasivo.

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