Receber o diagnóstico de uma pedra no rim grande costuma gerar ansiedade imediata: “Vou precisar abrir a barriga?” A resposta, na maioria dos casos, é não. O avanço da urologia endoscópica transformou radicalmente o tratamento de pedra no rim grande — e a cirurgia aberta, hoje, é praticamente um recurso do passado para essa condição.
O que é considerado uma pedra no rim grande?
Cálculos renais são classificados pelo tamanho:
- Pequenos (menor que 10 mm): boa chance de eliminação espontânea
- Médios (10 a 20 mm): podem ser tratados com laser endoscópico ou ondas de choque
- Grandes (acima de 20 mm): exigem nefrolitotripsia percutânea (PCNL)
- Coraliformes: preenchem o sistema coletor do rim — indicação absoluta de PCNL
Esse tipo de cálculo raramente sai sozinho. Quanto mais tempo permanece, maior o risco de obstrução, infecção grave e perda progressiva da função renal.
A nefrolitotripsia percutânea: mesma eficácia, impacto mínimo
A nefrolitotripsia percutânea (PCNL) resolve o problema da pedra no rim grande através de uma única incisão de aproximadamente 1 cm na região lombar. Por esse acesso, o cirurgião chega diretamente ao sistema coletor do rim com uma câmera e fragmenta o cálculo com energia laser ou ultrassônica. Resultado: limpeza completa do rim, com uma cicatriz mínima, 1 a 2 dias de internação e retorno às atividades em menos de 2 semanas.
Quais os sintomas que indicam uma pedra no rim grande?
- Dor lombar constante — mais como um peso ou desconforto persistente
- Episódios de cólica renal com dor intensa
- Infecções urinárias de repetição sem outra causa
- Sangue na urina (hematúria)
- Redução progressiva da função do rim afetado
Como é feita a avaliação para o tratamento?
O planejamento inclui tomografia computadorizada sem contraste (padrão-ouro para tamanho e posição dos cálculos), urina e urocultura, e em casos crônicos, renograma para avaliação da função renal. O Dr. Carlos Eduardo Santin realiza toda a investigação e o tratamento cirúrgico da pedra no rim grande em Mafra e Rio Negro.
📱 WhatsApp: (47) 99220-2368
Referências
O Dr. Carlos Eduardo Santin segue as diretrizes da Associação Europeia de Urologia (EAU) e da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).
Pedra no rim grande: o que acontece se não tratar?
Uma pedra no rim grande que não é tratada pode causar consequências graves ao longo do tempo. A obstrução crônica do fluxo urinário leva à hidronefrose (dilatação do rim por acúmulo de urina), que progressivamente destrói o parênquima renal funcional. Em estágio avançado, pode resultar em perda permanente de função renal — uma situação que pode evoluir para necessidade de diálise.
Além da lesão renal, esse tipo de cálculo predispõe a infecções urinárias de repetição e, nos casos mais graves, a pionefroses (rim cheio de pus), uma emergência urológica que exige intervenção imediata.
Como prevenir a pedra no rim grande após o tratamento?
Após a remoção da pedra no rim grande, a análise da composição do cálculo orienta a prevenção. As medidas mais universais incluem: ingestão de 2,5 a 3 litros de água por dia, redução de sal na dieta, controle do consumo de proteína animal e, em casos específicos, uso de medicamentos preventivos (tiazídicos, citrato de potássio, alopurinol). O acompanhamento urológico periódico com ultrassonografia é fundamental.
Pedra no rim grande em Mafra: tratamento completo
O Dr. Carlos Eduardo Santin oferece o tratamento completo da pedra no rim grande em Mafra, desde a investigação diagnóstica até a cirurgia minimamente invasiva e o acompanhamento para prevenção de recidivas.
📱 WhatsApp: (47) 99220-2368
Pedra no rim grande: não normalize a dor
Muitos pacientes com pedra no rim grande desenvolvem uma tolerância progressiva à dor lombar crônica, tratando como “normal” um sintoma que indica dano renal em andamento. A dor persistente na lombar causada por uma pedra no rim grande é um sinal de que o rim está sob pressão constante. Cada dia de obstrução é um dia a menos de função renal saudável. Se você sabe que tem esse tipo de cálculo e ainda não tratou, agende sua avaliação. O tratamento minimamente invasivo disponível hoje é muito menos desafiador do que as complicações de deixar o problema avançar.
📌 Leia também: HOLEP em Mafra: 5 vantagens da cirurgia a laser para próstata


